Calendário de Eventos

4 de agosto de 2010


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Congresso XXIV ANPET

4 de agosto de 2010


XXIV ANPET – Congresso de Pesquisa e Ensino em Transportes
BAHIA OTHON PALACE – Av. Oceânica, 2294 – Ondina
Salvador, BA
29 de novembro a 3 de dezembro de 2010

http://www.anpet.org.br/

Seminário Nacional NTU 2010

4 de agosto de 2010


Brasília sedia 23º edição do Seminário Nacional NTU
Entidade promove debate sobre transporte moderno e de qualidade para todas as cidades brasileiras. Projetos da sedes da Copa 2014 serão inspiração.

Dias 17 e 18 de Agosto de 2010

Inscrições:
Até 06 de agosto 2010: R$ 400
Inscrições antecipadas pelo site ou por fax

A partir de 07 de agosto de 2010: R$ 500
Somente nos dias e local do evento – pagamento em cheque ou dinheiro

Programação:
DIA 17/08/2010 (Terça-feira)

10h00 – Abertura solene

10h30 – Palestra
Transmilênio: mudança da qualidade de vida em Bogotá
A receita do sucesso na visão da autoridade pública e do operador

Expositores
. Arturo Fernando Rojas – Transmilênio S.A.
. Victor Raul Martinez – Sistema Integrado de Transporte SI 99 S.A.

12h00 – Debates

13h00 – Almoço

14h30 – Painel
Sistemas BRT: concepção e custos operacionais
Apresentação de trabalho técnico e visão dos fornecedores

Expositor
Wagner Colombini – Logit Engenharia Consultiva Ltda.

Debatedores
. Gustavo Rossi Nogueira – Mercedes-Benz do Brasil
. Euclides Castro – Volvo do Brasil Veículos
. Marcos Bicalho dos Santos – NTU
. Roberto Pavan – Volkswagen Caminhões e Ônibus
. Wilson Pereira – Scania Latin América

16h00 – Debates

17h00 – Encerramento

20h30 – Cerimônia
Medalha do Mérito do Transporte Urbano Brasileiro
Convite especial

DIA 18/08/2010 (Quarta-feira)

09h30 – Cerimônia
Premiação do Concurso NTU Boas Ideias

10h00 – Apresentação das ideias vencedoras do concurso

11h30 – Palestra
Modelo de Gestão Empresarial por Confiança

Expositor
José María Gasalla – Conferencista Organizacional e Consultor Internacional

13h00 – Almoço

14h30 – Momento de Negócios e Comunicações Técnicas
nos Estandes dos Expositores

17h00 – Encerramento

Para mais informações:


O E-Transport será realizado em 10, 11 e 12 de Novembro de 2010.
Na Marina da Glória, Rio de Janeiro.

http://www.etransport.com.br/


O prazo para submissão de trabalhos para apresentação no XXIV ANPET foi adiado para 8/agosto/2010.

O congresso ANPET é um dos mais importantes da América Latina na área de Engenharia de Transportes, e será realizado em Salvador, Bahia, de 29/11 a 3/12/2010.

As datas importantes para autores que pretendem apresentar trabalhos no XXIV ANPET são:

Data limite para envio dos manuscritos: 8/08/2010
Divulgação dos trabalhos aceitos para apresentação: 8/10/2010
Prazo para envio da versão definitiva do manuscrito: 18/10/2010

Os manuscritos devem ser submetidos ao comitê científico da ANPET através do SSAT (http://www.anpet.org.br/ssat), onde podem ser encontradas instruções para os autores.


Motorista é monitorado por câmera e não pode derrubar água do balde! (Foto: Reprodução/Orange)

Companhia de transporte na China faz campanha por direção segura.
Condutores serão monitorados por câmera.

Do G1, em São Paulo

“Motoristas de ônibus na China foram desafiados por uma companhia de transporte público a dirigir sem derrubar um pingo de água de um balde cheio colocado propositadamente ao seu lado.

A campanha quer fazer com que os condutores dos veículos dirijam com mais cautela. A empresa Longxiang tem recebido muitas reclamações dos usuários de que os motoristas brecam bruscamente e conduzem os ônibus perigosamente pela cidade de Changsha.

Segundo as novas regras, os motoristas devem manter os baldes cheios de água a cada viagem e, consequentemente, até o final de seu dia de trabalho.

De acordo com o jornal “Xiaoxiang Morning Post”, as câmeras de segurança dos veículos passarão a monitorar os condutores.”

Seminario ITS

13 de maio de 2010


A realização de dois eventos internacionais de grande repercussão – a Copa do Mundo e as Olimpíadas de 2016 – acendeu a luz amarela para a situação precária do trânsito na cidade do Rio de Janeiro. Não dá para imaginar, por exemplo, uma final de Copa do Mundo sem a torcida internacional e brasileira, que ficou presa em um engarrafamento. Assim, já são estimados investimentos de R$ 7 bilhões em obras para os próximos anos para atender as especificações dos Comitês Olímpicos, e ainda assim sem a certeza de uma solução definitiva.

O momento é propicio, então, para se planejar a implantação de Sistemas Inteligentes de Transporte, já que esta alternativa poderá contribuir para minimizar os problemas do transporte no Rio de Janeiro e das outras cidades que irão abrigar os eventos e poderá permanecer como um legado para a população.

Os instrumentos tecnológicos conheceram, nas últimas décadas, um desenvolvimento acelerado, disponibilizando inéditas funcionalidades cujas utilizações exigem novas sensibilidades e novas percepções para os governos e a sociedade. No que toca ao mundo da engenharia de transportes, a adoção de Sistemas Inteligentes de Transporte – ITS – ao lado de uma infinidade de vantagens e ganhos que proporciona para muitos, se coloca, igualmente, como a nova racionalidade da integração regional. Os Órgãos Executivos na área de transporte vêm procurando alcançar uma elevada capacidade de inovação a partir de mecanismos que possibilitem o controle da frota e a gestão do transporte.

Os Sistemas Inteligentes de Transporte através da união da telemática e de ferramentas de controle representam novos meios de se pensar na mobilidade urbana. A utilização eficiente dessas tecnologias tem gerado resultados satisfatórios, promovendo a redução de congestionamentos e dos tempos de viagem, melhoria na qualidade do ar pela redução da emissão de poluentes, possibilidade da indicação de rotas alternativas, o aprimoramento dos níveis de serviço e aumentado a produtividade, a confiabilidade e a segurança dos sistemas de transporte.

Dentro desse contexto, a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), através da Coppe – Programa de Engenharia de Transportes (PET), e a Universidade do Estado do Rio de Janeiro – UERJ promovem, em parceria com a Planeja & Informa Comunicação e Marketing, o Seminário Sistemas Inteligentes de Transporte – Papel Estratégico para a Mobilidade Urbana, nos dias 24 e 25 de maio, no Centro de Convenções Bolsa de Valores (RJ). Além de criar oportunidade para debater o posicionamento do Rio de Janeiro para implantar instrumentos inovadores e confiáveis de gestão do transporte e de seu desenvolvimento, o evento vai reunir empresários executivos, técnicos e dirigentes do setor de transporte, governo e profissionais de engenharia para analisar as possíveis soluções e projetos integradores que otimizem e modernizem o transporte urbano. O objetivo é avaliar o impacto da implantação de Sistemas Inteligentes de Transporte na economia brasileira e os efeitos diretos e indiretos na engenharia e na indústria nacional, através do aumento de encomendas, desenvolvimento de serviços e da geração de empregos.

Para informações adicionais – 21 2262-9401/2215-2245


Blog Ecologia Urbana

Conseguiremos fazer a classe média engravatada abandonar o uso do carro?

Ontem participei de uma reunião divertida num escritório de arquitetura, sobre um plano cicloviário para uma determinada região de São Paulo. Não cabe a este texto tratar disso, pois será melhor dedicar um post inteiro a essa alvissareira notícia.

O mais interessante nessa reunião a que compareci foi um dado fornecido pelo arquiteto Ricardo Corrêa (guardem esse nome, o rapaz é fera em urbanismo e tem a sensibilidade para saber que a cidade é feita de pessoas, não de monumentos), que trouxe uma informação interessante sobre o trânsito na Avenida Rebouças: os carros transportam apenas 4 mil pessoas por hora, nos horários de pico. Os ônibus, no mesmo horário, carregam 18 mil pessoas.

Analisemos melhor esse dado. O corredor de ônibus da Av. Rebouças é um corredor coletor de pequeno porte que funciona como se fosse um corredor de médio porte. Por isso vemos os ônibus enfileirados: o corredor está operando acima de sua capacidade. Se fosse um corredor coletor de porte médio, transportaria mais rapidamente os passageiros. E se seu porte fosse maior ainda, talvez até fosse desnecessária a linha de metrô que pssará por baixo desta avenida. Um sistema de corredores de ônibus pode carregar até 27 mil pessoas por hora, e o metrô chega a 35 mil.

Mas uma outra questão precisa ser levantada. Quererão esses 4 mil motoristas que usam os carros abandoná-los?

Ricardo Corrêa nos trouxe um outro dado interessante. Berlim, uma das sedes da Copa do Mundo de Futebol, em 2006, aproveitou o evento para desestimular o uso de carros. Num raio de 3 kms dos estádios, nada entrava senão pedestres e ciclistas . Num raio ainda maior, carros não entravam.

Com isso, o berlinense aprendeu a deslocar-se sem os carros. Onde antes havia ciclofaixas e ciclovias vazias, hoje há uma grande massa de ciclistas transitando.

Mas São Paulo não é Berlim. O Brasil não é Alemanha, nem Dinamarca. Somos um país tropical, a cidade é quente. Até aí, isto não seria problema, se não tivéssemos uma sociedade estratificada, estamentada, que se aproveita da temperatura para realçar os limites entre os estamentos sociais.

Exemplifico. No século XIX, entre o meio industrial inglês, surgiu o colarinho branco como marca da estratificação social. Apenas os que ocupavam altos cargos nas empresas poderiam ostentar o colarinho alvejado, pois nos postos mais baixos o contato com a fuligem fazia qualquer peça de roupa branca enegrecer em poucos minutos. A essa mesma época, as próprias necessidades do trabalho impuseram o abandono do uso da casaca em prol de uma vestimenta que era um aperfeiçoamento das roupas dos trabalhadores rurais: o terno. Se antes as calças vinham apenas até o joelho, Lord Brummel lançou a moda das calças compridas, como aquelas usadas pelos limpadores de chaminé. Mas claro, estas calças de limpador de cahminé combinavam-se com botas polidas com champagne, com paletós negros e camisas brancas com elaborados nós de gravata. Brummel, o pai do dandismo, morre em 1840, mas deixa fincadas as raízes do uso do terno como distinção de classe, como foram as unhas compridas na antiga China: o trabalhador braçal, de baixa renda, de classe baixa, não pode usar colarinhos brancos, nem manter as unhas compridas, senão não trabalha, não come, não sobrevive.

No Brasil, a distinção se faz pelo suor. Somos a última nação ocidental pretensamente civilizada a abolir o trabalho escravo. Isso há pouco mais de 100 anos. O escravo era os pés e as mãos do seu senhor. Seus braços e pernas. São conhecidas as gravuras do período colonial em que vemos escravos carregando o senhor em sua liteira, vestido como se europeu fosse, abanando-se ou sendo abanado. Acaso estivesse esse senhor andando pelas próprias pernas, suportaria o calor em sua casaca de veludo?

Vai embora a casaca mas em seu lugar fica o terno (e sua extensão feminina, o tailleur – um avanço na praticidade na época de Coco Chanel, mas um forno de Bier volante para a brasileira). Somem as liteiras, e as ruas ocupam-se de carros. O espaço externo, que pode ser frequentado pelo povo, não é a extensão da liberdade da Casa-Grande, mas da Senzala, portanto pode ser descuidado, destratado. Tal como vaticina Alexis de Tocqueville, que afirma que o maior inimigo do cidadão é o indivíduo, o individualismo do paulistano que prefere o espaço privado ao público é a negação da construção republicana, da res publica, da coisa pública, ou seja, do espaço onde a pessoa deve participar enquanto simplesmente ser humano, e não enquanto membro de uma classe social.

Sintomaticamente, o meio profissional mais resistente à flexibilização das regras rídigidas relativas às vestimentas é o setor jurídico. Assim como os juízes ingleses não apenas trajam togas, mas também as perucas brancas do século XIX, o Poder Judiciário no Brasil resiste à abolição do terno. No Rio Grande do Sul a obrigatoriedade não mais existe – apenas por uma característica particular do estado, onde a pilcha instituiu-se como traje de honra em qualquer evento não podendo o gaúcho que a traja ser impedido de acessar qualquer recinto público em razão disto – mas em outros estados permanece, de um modo mais ou menos rígido. No Município de São Paulo a rigidez é maior, e estende-se a outros setores da produção econômica. Poucos são os empresários ou executivos que não trajam o terno e a gravata.

E assim os ambientes onde se usa o terno necessariamente são refrigerados. As mulheres, mais sensíveis ao frio, sabem: onde há homens de terno, o ar condicionado está funcionando em sua máxima capacidade, ou então veremos pessoas passando mal de calor, como ocorria com freqüência nas dependências da Justiça do Trabalho quando funcionavam em antigos prédios da Rua Cásper Líbero, sem ar condicionado e com poucos ou nenhum elevador. Àquela época ficava uma ambulância de plantão no local, e não foi apenas um caso de morte por problemas cardíacos nas escadas dos prédios quentes. E sempre advogados, pois se as salas dos juízes muitas vezes possuíam ar condicionado, as ante-salas e o resto do prédio não. Esta mesma situação mantém-se inalterada em diversos fóruns do interior de São Paulo.

Diante deste panorama, não é de espantar que pessoas prefiram ficar presas dentro de seus carros. O vidro fechado com o ar condicionado ligado cria o micro-clima que permite o paulistano sobreviver usando as insígnias da classe social. Não apenas isso, permite uma maior mobilidade (questionável esse aspecto no que tange aos fatos, mas é essa a impressão que o motorista possui), e acesso a outros lugares que não acessíveis à massa sem quatro rodas. Neste sentido, esse post aqui é exemplificativo: ponto de ônibus mistura, portanto inclui, o que não é desejado pelos partidários da exclusão social.

E assim, em nome das distinções de classe, o automóvel permanece como paradigma de status social na cidade de São Paulo, reforçado pelas convenções sociais relativas ao vestir-se, ao conviver com o outro: dress c0des que reproduzem e reafirmam as hierarquias sociais que, aqui no Brasil, ainda reproduzem a estratificação dos tempos coloniais, pois vestem-se adequadamente ao clima tropical os mais pobres (com suas deselegantes mas confortáveis bermudas largas e camisetas regata), os mais ricos trajam-se como se estivessem em Dublin ou Estocolmo, mudando (refrigerando) o clima ao seu redor par fingir que estamos na Bélgica quando estamos na Índia.

Em tempo: para ficar claro, não é o automóvel ou a moda que criam as distinções de classe. Não, são apenas produtos desta mesma distinção, pré-existente. São seu reflexo, não sua causa.

Links de interesse:

Plano Cicloviário Integrado de Santo Amaro – TC Urbes

Guia Bike da Rua, do Cleber Anderson

Transporte Ativo

Bicicletada

Vá de Bike

Gata de Rodas

ONU – iniciativa pelo não uso da gravata como combate ao aquecimento global

Paletós, Gravata e Shorts – New York Times

Racismo Ambiental – entrevista em 3 partes com Paulo Saldiva, professor titular da Faculdade de Medicina da USP”

Texto original em :

http://ecourbana.wordpress.com/2010/04/17/transporte-roupas-e-classe-social/#comment-1598


ÁREAS TEMÁTICAS

Poderão ser apresentados trabalhos versando sobre todas as modalidades de
transportes de carga e passageiro. São privilegiadas as contribuições que se
destaquem por sua relevância científica ou tecnológica e por seu caráter
inovador. Qualquer trabalho que trate de um assunto relevante para o setor
de transportes e áreas afins, será analisado pelo Comitê Científico.

CATEGORIA DE TRABALHOS E INSTRUÇÕES PARA OS AUTORES

As contribuições para o VIII Rio de Transportes poderão ser de dois tipos:
artigos científicos e pesquisas em andamento. Na categoria “artigo
científico” os trabalhos submetidos para avaliação poderão ser aceitos se
forem inéditos, completos, escritos em português e que, no entender do
Comitê Científico, sejam relevantes e estejam relacionados com as áreas
temáticas do Congresso.

Na categoria “pesquisas em andamento”, os trabalhos avaliados não necessitam
estar concluídos e poderão corresponder a qualquer fase do andamento das
pesquisas de dissertações de mestrado e de teses de doutorado ou outro tipo
de pesquisa.

As instruções para autores podem ser obtidas na página do Programa de
Engenharia de Transportes da COPPE (http://www.pet.coppe.ufrj.br).

ANÁLISE E SELEÇÃO DOS TRABALHOS

Os trabalhos na categoria “artigo científico” serão analisados por dois
especialistas, que podem recomendar sua aceitação ou recusa. Em caso de
aceitação os avaliadores podem ainda recomendar alterações no texto.
Alterações que forem consideradas essenciais devem, obrigatoriamente, ser
implementadas na versão final do texto, nos prazos estabelecidos. Trabalhos
já apresentados ou publicados em outros congressos ou revistas serão
recusados. Os trabalhos na categoria “pesquisas em andamento” serão
avaliados por apenas um especialista, que analisará um resumo de uma página.

PRAZOS

Os arquivos eletrônicos com o texto completo da versão inicial deverão ser
enviadas ao Comitê Científico até o dia 07 de junho de 2010. Artigos
enviados após essa data não serão considerados para avaliação. Os trabalhos
e o formulário deverão ser enviados para: comite@pet.coppe.ufrj.br

Os autores serão comunicados até 03 julho de 2010 dos resultados do
processo de análise e avaliação por parte do Comitê Científico. A versão
final do texto, que incorpore os comentários e sugestões dos avaliadores,
deverá ser preparada e enviada até dia 12 de julho de 2010, para
possibilitar a publicação da mesma nos anais do evento.

APRESENTAÇÃO DOS TRABALHOS

Os trabalhos selecionados para apresentação estarão disponíveis em anais
serão apresentados em duas formas distintas: sessões técnicas e posteres. As
sessões técnicas apresentarão os artigos científicos e as sessões de
pôsteres, as pesquisas em andamento. Os anais do evento, disponíveis em CD-
ROM, serão compostos por duas partes distintas: artigos científicos (versão
integral) e pesquisas em andamento (resumo).

INSCRIÇÕES PARA O EVENTO
As inscrições devem ser feitas diretamente na página do evento que estará
disponível no endereço eletrônico do PET: www.pet.coppe.ufrj.br

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